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"Ninguém, ele aprendeu, pode olhar para Auschwitz de frente e não imaginar como tal ato colossal de maldade bárbara pode se harmonizar com um Deus que determina todas as coisas. Ninguém, ele também aprendeu, pode ver os prospectos do inferno no seu sentido tradicional e não se questionar sobre a bondade de Deus — ou pelo menos perguntar: “Por quê”? E por que Deus criaria tantas pessoas — os números são aterradores — sabendo que a maioria delas (mais uma vez no sentido calvinista tradicional) estará no inferno sofrendo eternamente? Em outras palavras, ele aprendeu que, para sustentar seu calvinismo, precisava acreditar em coisas realmente terríveis.  Conforme Austin diz: “E foi isso o que aconteceu comigo no cerne do buraco negro da deidade autoglorificadora: as luzes apagaram e eu fiquei sentado no escuro em um universo absurdo com uma deidade enigmática de poder nu”. E aquele Deus, ele concluiu, não era o Deus da Bíblia. Este livro conta sua história e eu espero que você o leia, e espero que reúna um grupo de amigos para que possam ler o livro juntos. Fale do livro e faça-se esta pergunta: “Qual é a melhor visão de Deus?” Ou “O Deus calvinista é o Deus da Bíblia?” Ou, melhor ainda: “O Deus calvinista é o Deus que descobrimos quando contemplamos o rosto de Jesus, a encarnação de Deus?” Austin apresenta suas respostas a essas indagações numa época em que muitos precisam começar a respondê-las também. "

Scot McKnight
Professor de Novo Testamento Northern Seminary

Ficha Técnica

Autor: Austin Fischer
Tradução: Wellington Mariano
Páginas: 126
Tamanho: 14 x 21
ISBN: 978-85-67383-04-0

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